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segunda-feira, novembro 19

Comissaire Maigret


AQUI
Aqui está uma série de que gostava imenso. Sempre gostei de policiais.
Georges Simenon tinha a particularidade de construir histórias muito sóbrias mas onde a natureza humana estava presente em toda a sua força e toda a sua fraqueza. Jules Maigret, o Comissário, era uma força da natureza, conjugando intuição e análise para resolver os crimes. Não era um personagem psicanalisado, não, mas era denso e convincente. Ficávamos contentes quando finalmente se fazia luz e o criminoso era identificado e conduzido aos calabouços da Judiciária. Mesmo quando simpatizávamos com a sua causa, respirávamos de alívio porque o Comissário tinha conseguido.
Estas histórias de Maigret constituem a melhor parte da obra do escritor, e as produções televisivas conseguem respeitar razoavelmente o espírito da coisa.

Belphégor


O Fantasma do Louvre
Esta série foi um enorme sucesso na época. Incluía alguns nomes famosos e era muito eficaz na criação de uma atmosfera de terror sobrenatural. Alimentou a imaginação de muita gente e espantou uma nação.
Eu era muito pequena, e não via: tinha um pavor que ainda hoje não me deixa ver nada que ande pelas franjas do sobrenatural aterrador ou dos serial killers. Nem sequer faço ideia se a família me permitiria ver Belphégor. Sim, meus caros, naquele tempo as crianças não viam tudo o que aparecia na caixinha mágica.